Svg+xml;base64,PHN2ZyB3aWR0aD0iMSIgaGVpZ2h0PSIxIiB4bWxucz0iaHR0cDovL3d3dy53My5vcmcvMjAwMC9zdmciPjwvc3ZnPg==

E lá vamos nós falar dele… outra vez! Amiga, quando foi que se transformar em detetive de ex virou hobby nacional? Ah, é sério, a gente precisa tocar nesse ponto dolorido, e eu nem vou pedir licença.

Você terminou. Ok, a vida segue, certo? Errado – pelo menos no seu caso. Passa uma semana, um mês, um ano, e quem está lá? Você! Espiando o Instagram dele às duas da manhã, investigando cada nova seguidora, stalkeando as “amigas” dele no Facebook. Com licença, que parte da frase ‘vida que segue’ não ficou clara?

Quer saber? Dói né? Mas vou jogar na roda aqui: isso é masoquismo digital. Sinto muito, mas alguém tinha que te dizer. Você está aí, criando teorias, esmiuçando possíveis subtextos nos posts, e para quê? Para acabar chorando com uma pizza tamanho família (só para uma pessoa, porque né, quem precisa de calorias divididas)?

E, permita-me descompactar a situação: ele provavelmente nem lembra que você existe enquanto você pena nessa saga de CSI. Ele está lá, vivendo a vidinha, para o bem ou para o mal, enquanto você perde seu precioso tempo que poderia estar sendo usado para, sei lá, realmente seguir em frente.

Eu sei, eu sei, todos dizem que superar é essencial, mas quem aqui está realmente praticando a tal da ‘superação’? Não basta apenas sair curtindo posts sobre amor próprio e assistir a três temporadas de “RuPaul’s Drag Race” num fim de semana para mascarar a fossa, querida. É hora de cair na real e fechar o ciclo.

Vamos começar um desafio? Que tal uma semana – eu disse uma semana completa – sem espiar, sem stalkear, sem nada que inclua o nome dele. Substitua esse tempinho de stalker por algo genuinamente bom pra você (que não inclua verificar o perfil da tal da Julinha que começou a segui-lo outro dia). Leia aquele livro que tá mofando na estante, veja um filme indie que te faça sentir feelings, saia para caminhar, ou, olha que loucura, marque aquele encontro que você tá adiando há meses.

E outro detalhe, bloquear não é suficiente se depois você vai lá e desbloqueia para uma ‘checadinha’. Bloquear aqui é questsão de saúde mental! Faça um favor a si mesma: preserve-se dessa tortura autoinfligida. E quem sabe, num desses momentos de liberdade digital, você não acaba encontrando alguém que goste tanto de você quanto você gosta da sua pizza de brigadeiro?

Não é fácil, eu sei. Mas quem disse que seria? A boa notícia é que a única pessoa que você precisa para realmente sair dessa é você mesma (e talvez uma ajudinha dos seus amigos sinceros). Risos, mas sem desespero, tá?

Porno fim de contas, amiga, você merece mais do que ser a Sherlock Holmes das redes sociais. Você foi promovida a CEO da sua vida! Agora, vai lá e arrasa, porque uma coisa eu te garanto: seu ex certamente não está mais perdendo tempo com isso. E quer saber? Nem você deveria.

D833448387fe6ebd6a4481f9e08f6a6db9c831798b687eb6e9054ea2ff4eb1d5

Escrito por

Linda Cristina

Coaching de Relacionamentos, Autoestima e Valorização Pessoal